Histórico | Estrutura | Normas de Conduta | Diferenciais | Franquia Maxipas | Vídeo | Valores, Missão e Visão |
 área restrita de clientes:
usuário
 
senha
 
   
 newsletter:
Sobre Saúde Ocupacional
História da Medicina do Trabalho
Sedes MAXIPAS
Rede de Atendimento Nacional
Produtos e Serviços
Assessoria em Saúde Ocupacional
Assistência Técnica Pericial
Cursos e Treinamentos
Gestão da CIPA
Organização de SIPAT
Palestras
Projetos Ergonômicos
MAXIPAS News - Edições Semanais
Tecnologia MAXIPAS
ISO 9001:2008
Fale Conosco
Profissionais de RH
Inclua Solicitação de Vagas
Consulte Vagas Disponíveis
Banco de Currículos
Inclua seu Curriculo
Inclusão Curriculos Deficientes
Téc. de Seg. do Trabalho
Área Restrita Colaboradores MAXIPAS
Textos para Profissionais


| Home | Links Indicados | Legislação | Entidades | Consultas | Revistas | Perguntas Frequentes
:: Maxipas ::
Call center é o que mais gera empregos no setor de serviços
<< voltar

Em 2009, segundo dados do Sistema Nacional do Emprego em Londrina, o telemarketing abriu cerca de 6,5 mil vagas no Município


Londrina atende rapidamente aos chamados do mercado. O bom desempenho corresponde, principalmente, à área de telemarketing que, em 2009, absorveu 20% das vagas do setor de prestação de serviços. Em números aproximados, isso significa que foram 6,5 mil empregos gerados. Os sinais devem continuar fortes em 2010. “A expectativa é muito boa para o setor de serviços e, prioritariamente, para a área de call center”, observa Neiva de Cássia Vieira Sefrin, coordenadora do Sistema Nacional do Emprego (Sine) em Londrina.

De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), órgão do Ministério do Trabalho, no ano passado houve variação positiva de 4,4% no saldo de admitidos e desligados. Só em janeiro, o crescimento foi de quase 1,1% em relação a dezembro de 2008. Novamente o setor de serviços alavancou as estatísticas, com grande impacto dos telesserviços. “Foi o melhor janeiro de todos os tempos para Londrina desde que foi criada essa ferramenta”, diz Neiva referindo-se ao Caged, fundado em 1999.

Os serviços de call center estão intimamente associados ao primeiro emprego, embora as empresas tenham programas de recolocação de pessoas com faixa etária mais elevada. A média de salário para iniciantes é de R$ 510 mais benefícios, como vale-transporte, vale-refeição e planos de saúde e odontológico.

A carga de trabalho é de seis horas – com intervalos de 40 minutos determinados pela legislação trabalhista – e é necessário ter 18 anos e noções básicas de informática. O treinamento específico para atuação como atendentes ativos (aqueles que entram em contato com clientes) ou receptivos (que recebem ligações) é oferecido pelas empresas.

A rotatividade é alta. Um dos motivos seriam o perfil dos interessados nas vagas, a maioria jovem - estudantes e universitários, inclusive - que veem uma forma de complementação de renda. Muitos aproveitam o crescimento adquirido e partem em busca de outras oportunidades profissionais.

Para não perder o investimento feito, as empresas tentam reverter o quadro oferecendo, por exemplo, possibilidades de ascensão interna e acesso ao ensino superior através de aulas presenciais e educação a distância (EAD). “É importante dizer que as empresas de call center trazem uma nova versão de gestão”, analisa Neiva Sefrin.

Otimista, a Associação Brasileira de telesserviços (ABT) prevê, em 2010, a criação de mais de 100 mil novos empregos diretos nas empresas de call center. A estimativa é de um faturamento de aproximadamente R$ 6,6 bilhões com a manutenção da expectativa de crescimento em 10%, média verificadas nos últimos anos.

“No ano passado, o setor conseguiu crescer em volume de empregos e faturamento, apesar da crise financeira que abalou a economia mundial”, diz Jarbas Nogueira, presidente da ABT. “A ABT e as empresas de call center são as maiores defensoras da permanente busca da qualidade”, complementa.

Mulheres são a maioria

A Associação Brasileira de Telesserviços (ABT) estima que as empresas de call center empregam cerca de um milhão de pessoas em todo o Brasil. A grande maioria (86%) dos atendentes é composta por mulheres. A paciência e atenção desdobrada seriam as principais justificativas para a predominância feminina. Do total de atendentes, 74% possuem o segundo grau completo e outros 22% têm curso superior. Do universo pesquisado pela ABT, 45% de empregados são jovens em seu primeiro emprego.

O levantamento informa ainda que cerca de 65% das empresas estão no eixo São Paulo- Rio de Janeiro, enquanto 5% se estabeleceram na região Sul. Os principais setores contratantes de call center são os de serviços financeiros, varejo, telecomunicações, seguros e editoras.

Primeiro emprego, volta à ativa e autoestima elevada

O estudante Pedro Alves Salvador, 18 anos, se conteve para não rir quando uma cliente pediu o número do telefone cantando a vinheta promocional de um famoso shopping. Esse foi um dos episódios mais pitorescos por que ele passou desde que começou a trabalhar como atendente de call center. É o seu primeiro emprego. “Não acreditava que conseguiria o emprego na primeira tentativa”, diz. O salário que recebe é aplicado, com ajuda dos pais, no pagamento da mensalidade do curso de Biomedicina, que gira em torno de R$ 800. Empregado desde janeiro deste ano, o jovem se mostra animado com a atividade. “Às vezes é preciso ter paciência nos atendimentos, mas ainda bem que sou calmo”, diz. Pedro avisa que o emprego é temporário: em breve, ele pretende conseguir um estágio remunerado.

Quem está com a autoestima em dia é Jorge Luiz Carlos Fadel, 57 anos. “Estou reintegrado à população ativa e isso me devolveu o ânimo”, comemora. Como atendente de call center desde novembro do ano passado, ele está conseguindo complementar a renda mensal também de uma empresa caseira de software que fornece material para controle de finanças de condomínios. “Eu gosto de trabalhar aqui” completa. A mulher de Fadel deverá, nos próximos dias, fazer testes de admissão na mesma empresa.

O Sinttel, sindicato da categoria em Londrina, informa que as reclamações mais frequentes dos teleatendentes dizem respeito ao salário e sobrecarga de trabalho.”Procuramos solucionar as queixas , na medida do possível, junto às empresas. Se há um acordo coletivo discutido em assembleia temos que cumprir”, explica o diretor João Henrique Schmidt.

Dedic e Ask são as maiores empregadoras

A Dedic GPTI e a Ask! Companhia Nacional de Call Center são as principais empresas de teleatendimento instaladas em Londrina e, juntas, empregam cerca de duas mil pessoas. A primeira, que presta serviços para a Vivo, atua desde 2000 e é responsável pela maior fatia. Com a ampliação do seu call center, na última sexta-feira (leia na página 8), pretende atingir 3 mil empregos direitos em 2010. A empresa, administrada pela Portugal Telecom, investiu R$ 26 milhões na construção do prédio.

“A cidade de Londrina tem nos mostrado com um local estratégico e estamos prontos para ampliar nossa operação na região, de acordo com a demanda local”, declarou Paulo Neto Leite, presidente da Dedic GPTI, em material de divulgação distribuído à imprensa. A meta é contratar imediatamente 200 novos funcionários. Para se ter uma idéia das pretensões da empresa, no último sábado o programa Contrata Fácil, desenvolvido pelo Sine/Londrina, iria se instalar na escola municipal do Jardim São Jorge (zona norte) para oferecer diversos postos de emprego. Só para o call center da Dedic seriam disponibilizadas 634 vagas.

O quadro funcional da Ask! é composto por cerca de 500 funcionários. Fundada em 1999 a empresa de Londrina nasceu para atender principalmente a Sercomtel. A companhia telefônica local e o Consórcio União são os principais clientes. De acordo com Jefferson Belasque, presidente da empresa, em torno de 1,5 mil pessoas obtiveram o primeiro emprego desde o início das operações. “Ainda há muito espaço para crescer. O setor tende a ser um ótimo negócio para as empresas que se prepararam., analisa Belasque. (AMJ)

 
Fonte: Jornal de Londrina

 

 Veja Outras Notícias

 
enviar para um amigo envie para um amigo imprimir imprimir
 
<< voltar
Histórico Saúde Ocupacional | Estrutura | Diferenciais Maxipas |
  Copyright ©1992 - 2009 Grupo Empresarial MAXIPAS. Todos os direitos reservados.